domingo, 31 de outubro de 2010
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
domingo, 11 de julho de 2010
Festa de Congada 2010
Congada da Vila João Vaz
3 a 13 de setembro de 2010
Vila João Vaz - Goiânia - Go
Programação
Dia 3 de setembro (sexta-feira)
05h - Alvorada – Igreja N. Sra do Rosário – Vila João Vaz
Dia 3 até o dia 11 de setembro
19h - Novenas na Igreja N. Sra do Rosário e
logo após leilões de prendas e show no espaço da congada.
Dia 5 de setembro (domingo)
(ainda a definir programaçao complementar)
Dia 11 de setembro (sábado)
18h – Procissão do mastro
Novena
Festa
Dia 12 de setembro (domingo)
dia da GRANDIOSA FESTA
07h – Café da manhã (Espaço da Congada)
Cortejo até a missa
09h – Missa solene (Igreja N. Srª. do Rosário)
12h – Almoço
visitas
18h – Procissão Leilões, Shows e barraquinhas.(Espaço da Congada)
Dia 13 de setembro (segunda-feira)
12h Almoço
visitas
16h Entrega da coroa aos festeiros de 2010.
Encerramento da Festa.
Dia 19 de setembro (domingo)
16h entrega da bandeira aos próximos mordomos
Contato:
irmandadensrosario-congada@hotmail.com
Jackeline: jackelinecongada@hotmail.com
(62) 8552-9401
Skype: jackelinealves.congada
quarta-feira, 16 de junho de 2010
segunda-feira, 3 de maio de 2010
sábado, 16 de janeiro de 2010
PATRONO DA CONGADA VILA JOÃO VAZ - PEDRO CASSIMIRO
UM GRANDE PERSONAGEM DA HISTÓRIA DA CONGADA GOIÂNA
SE FOSSE REALIZADA UMA PESQUISA SOBRE O HOMEM MAIS LEMBRADO NA CONGADA GOIANA CERTAMENTE SERIA PEDRO ALVES CASSIMIRO, UM DOS MAIS INDICADOS, CONHECIDO POR TODOS COMO Sr PEDRO CASSIMIRO.
Goiano nascido em Três Ranchos, sempre dedicado e apaixonado pela congada, a história de seu Pedro Cassimiro teve inicio em 1928, quando começou a dançar congada em Três Ranchos e Catalão, onde começava a se revelar como um futuro e grande capitão de congadas . Porém por sempre participar movimentos festivos de congadas e religiosos , seu conhecimento sobre esta cultura vem desde a sua infância.
Em Três Ranchos depois de se tornar capitão, fundou ternos de congada e formou vários capitães, em Catalão bastante conhecido como um dos pioneiros da festa do Rosário, fundou terno de congada e incentivou vários a seguir o movimento cultural
Por volta do ano 1965, Pedro cassimiro mudou-se para Goiânia para trabalhar. Lá, Pedro Cassimiro junto com seu filho mais velho , conheceu o sr José Tampinha em um o setor com nome de Vila JoãoVaz, onde existia um grupo de congadeiros de Catalão, que trabalhavam em um frigorífico em Goiânia, e nos finais de semana treinavam em uma de suas residências para a festa de sua cidade (Catalão). Pedro Cassimiro seu filho, e o sr Jose Tampinha, tiveram a ideia de fazer a primeira festa de congada da Vila João Vaz , fundada então em 1970 e teve como anfitrião o terno de congada verde e preto tendo o Sr Pedro Cassimiro como o 1º capitão, neste terno Seu Pedro fez historia em Goiânia em algumas cidades do Estado, e em Catalão onde este terno foi registrado por ele como membro da irmandade do Rosário daquela cidade. Pedro cassimiro após ter formado vários capitães e muitos soldados de congada , adquiriu muitos amigos e seguidores , pois era companheiro , conselheiro experiente benzedor.
Desde então Sr Pedro Cassimiro nunca deixaria a congada , mais percebeu que precisaria fazer mais , foi então que em 1995 , junto com a sua segunda esposa (Dona Florinda) resolveram a formar um terno de catupé marinheiro de vestimentas na cor vermelho e preto, com intuito de crescer mais a festa de sua região.
Aqui registramos nossa homenagem a essa figura histórica da congada goiana e, quem sabe do Brasil.
Antônio Alves Neto.
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Mostra Fotográfica “Congadas – Alegria, Cantoria, Dança e Fé”
Fotografias homenageiam 40 anos da Congada da Vila João Vaz
Toda a alegria e colorido dos grupos de congada estarão expostas no Portal Shopping (Avenida Anhanguera, nº 14.404, Bairro Capuava), entre os dias 18 e 23 de agosto. A coletânea de 48 imagens foram registradas pelo jornalista, fotografo e folclorista Sidney Dutra, que escolheu seus cliques favoritos para revelar os encantos dos grupos de congo da Vila João Vaz (Goiânia) e Catalão-Go.
Segundo Sidney Dutra, a congada da Vila João Vaz completa 40 anos em 2009, porém poucos goianienses sabem que existe esta tradição em nossa capital. Com objetivo de divulgar esta bela festa nasceu a proposta da mostra. Ele é formado em jornalismo pela Universidade Federal de Goiás e acompanha festa de Folia de Reis e Congada desde 1998. Na busca por mergulhar no universo da congada já esteve nas cidades de Jacuí-MG e Itaú de Minas-MG conhecendo as sutilezas das festas locais. Sidney Dutra conheceu a Congada da Vila João Vaz em 2000 e as imagens mais antigas da exposição são deste ano.
A mostra – Além das fotos o visitante pode conferir um manequim caracterizado com a farda de bandeirinha (Terno Marinheiro) e alguns instrumentos usados por eles. A sessão multimídia ainda inclui imagens de vídeo captadas na festa de Goiânia e Catalão.
Serviço:
Mostra Fotográfica “Congadas – Alegria, Cantoria, Dança e Fé”
Fotos de Sidney Dutra
Data: de 18 a 23 de agosto
Horário: 10h às 22h
Entrada: Franca
Local: Portal Shopping
Avenida Anhanguera com a Perimetral Norte (ao lado do Terminal Pe. Pelágio). Fone: (62) 3299-8533
www.portalshoppinggo.com.br
Toda a alegria e colorido dos grupos de congada estarão expostas no Portal Shopping (Avenida Anhanguera, nº 14.404, Bairro Capuava), entre os dias 18 e 23 de agosto. A coletânea de 48 imagens foram registradas pelo jornalista, fotografo e folclorista Sidney Dutra, que escolheu seus cliques favoritos para revelar os encantos dos grupos de congo da Vila João Vaz (Goiânia) e Catalão-Go.
Segundo Sidney Dutra, a congada da Vila João Vaz completa 40 anos em 2009, porém poucos goianienses sabem que existe esta tradição em nossa capital. Com objetivo de divulgar esta bela festa nasceu a proposta da mostra. Ele é formado em jornalismo pela Universidade Federal de Goiás e acompanha festa de Folia de Reis e Congada desde 1998. Na busca por mergulhar no universo da congada já esteve nas cidades de Jacuí-MG e Itaú de Minas-MG conhecendo as sutilezas das festas locais. Sidney Dutra conheceu a Congada da Vila João Vaz em 2000 e as imagens mais antigas da exposição são deste ano.
A mostra – Além das fotos o visitante pode conferir um manequim caracterizado com a farda de bandeirinha (Terno Marinheiro) e alguns instrumentos usados por eles. A sessão multimídia ainda inclui imagens de vídeo captadas na festa de Goiânia e Catalão.
Serviço:
Mostra Fotográfica “Congadas – Alegria, Cantoria, Dança e Fé”
Fotos de Sidney Dutra
Data: de 18 a 23 de agosto
Horário: 10h às 22h
Entrada: Franca
Local: Portal Shopping
Avenida Anhanguera com a Perimetral Norte (ao lado do Terminal Pe. Pelágio). Fone: (62) 3299-8533
www.portalshoppinggo.com.br
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Congada de A à Z
Congada de A a Z
Alvorada: Evento que marca oficialmente a abertura da Festa de N. Srª. do Rosário. Os congueiros, sem uniforme, se reúnem na porta da igreja na madrugada do primeiro dia da festa, tocam, dançam, e depois tomam café juntos.
Bandeirinhas: mulheres que carregam a bandeira de N. Srª. do Rosário e São Benedito na frente dos ternos.
Caixa: Instrumento da congada feito artesanalmente num aro de madeira, coloca-se o couro de boi e usa-se aro de ferro e parafusos para esticar o couro.
Cambito: Feito de madeira. É usado para bater nas caixas para sair o som.
Capacete: Chapéu confeccionado artesanalmente, usado pelos dançadores.
Capitão: Homem responsável pelo o comando do terno.
Catupé: Um dos grupos da congada. Os instrumentos básicos são caixas grandes e pandeirinhos. Suas vestes têm como características saiotes e chapeis de palha enfeitados.
Congada: reunião dos grupos de congo, catupé, moçambique e o reinado , para a realização da festa ,( que tem ainda a parte religiosa missa e procissão).
Congadeiro: pessoa que, desde na barriga da mãe, já e considerado um dos integrantes da congada.
Congo: Um dos grupos da congada. As caixas são o principal instrumento.
Congueiros: pessoas que, por promessa ou por gostar, participam dos grupos de congada.
Coroa : símbolo da congada.
Dançadores: mesmo que congueiros ou congadeiros.
Entrega da Coroa: Evento oficial que finaliza a apresentação da congada., Também e a oportunidade para conhecer o novo festeiro que recebe a coroa do festeiro do ano anterior.
Farda: roupa dos dançadores da congada.
Festeiro: Pessoa escolhida para a parte festiva da festa de N. Srª. do Rosário.
General:Homem responsável por comandar os grupos de congada.
Guarda-coroa:Homens responsável a acompanhar a coroa durante os cortejos.
Guia: Homens que vão a frente dos ternos de congo.
Juizas: Mulheres que acompanham os ternos, e é responsável pelas bandeirinhas.
Levantamento do mastro: É um evento realizado no sábado, em que é erguida ema bandeira com a imagem de N. Srª. do Rosário e São Benedito na porta da igreja. Antes, porém, há um cortejo acompanhado pelos ternos da congada sem farda.
Moçambique: Um dos grupos da congada. É o terno que sempre está à frente da coroa de N. Srª. do Rosário vestidos de branco.
Mordomos: Casal responsáveis em guardar a bandeira do mastro.
Reinado: Composta pelo o rei, rainha, príncipe e a princesa.
Saiotes: Faixa com fitas coloridas pregadas, colocada na cintura, usados por dançadores de catupé.
Terno: O mesmo que grupo de congada.
Vilão: Um dos grupos de congada. Usa caixas grandes e varetas de madeira enfeitadas em sua extremidade.
Visita: Os grupos vão a casa de devotos de N. Srª. do Rosário e ex-dançadores.
Fonte: CONGADA DE CATALÃO,Robson Macedo. com alteraçoes
Alvorada: Evento que marca oficialmente a abertura da Festa de N. Srª. do Rosário. Os congueiros, sem uniforme, se reúnem na porta da igreja na madrugada do primeiro dia da festa, tocam, dançam, e depois tomam café juntos.
Bandeirinhas: mulheres que carregam a bandeira de N. Srª. do Rosário e São Benedito na frente dos ternos.
Caixa: Instrumento da congada feito artesanalmente num aro de madeira, coloca-se o couro de boi e usa-se aro de ferro e parafusos para esticar o couro.
Cambito: Feito de madeira. É usado para bater nas caixas para sair o som.
Capacete: Chapéu confeccionado artesanalmente, usado pelos dançadores.
Capitão: Homem responsável pelo o comando do terno.
Catupé: Um dos grupos da congada. Os instrumentos básicos são caixas grandes e pandeirinhos. Suas vestes têm como características saiotes e chapeis de palha enfeitados.
Congada: reunião dos grupos de congo, catupé, moçambique e o reinado , para a realização da festa ,( que tem ainda a parte religiosa missa e procissão).
Congadeiro: pessoa que, desde na barriga da mãe, já e considerado um dos integrantes da congada.
Congo: Um dos grupos da congada. As caixas são o principal instrumento.
Congueiros: pessoas que, por promessa ou por gostar, participam dos grupos de congada.
Coroa : símbolo da congada.
Dançadores: mesmo que congueiros ou congadeiros.
Entrega da Coroa: Evento oficial que finaliza a apresentação da congada., Também e a oportunidade para conhecer o novo festeiro que recebe a coroa do festeiro do ano anterior.
Farda: roupa dos dançadores da congada.
Festeiro: Pessoa escolhida para a parte festiva da festa de N. Srª. do Rosário.
General:Homem responsável por comandar os grupos de congada.
Guarda-coroa:Homens responsável a acompanhar a coroa durante os cortejos.
Guia: Homens que vão a frente dos ternos de congo.
Juizas: Mulheres que acompanham os ternos, e é responsável pelas bandeirinhas.
Levantamento do mastro: É um evento realizado no sábado, em que é erguida ema bandeira com a imagem de N. Srª. do Rosário e São Benedito na porta da igreja. Antes, porém, há um cortejo acompanhado pelos ternos da congada sem farda.Moçambique: Um dos grupos da congada. É o terno que sempre está à frente da coroa de N. Srª. do Rosário vestidos de branco.
Mordomos: Casal responsáveis em guardar a bandeira do mastro.
Reinado: Composta pelo o rei, rainha, príncipe e a princesa.
Saiotes: Faixa com fitas coloridas pregadas, colocada na cintura, usados por dançadores de catupé.
Terno: O mesmo que grupo de congada.
Vilão: Um dos grupos de congada. Usa caixas grandes e varetas de madeira enfeitadas em sua extremidade.
Visita: Os grupos vão a casa de devotos de N. Srª. do Rosário e ex-dançadores.
Fonte: CONGADA DE CATALÃO,Robson Macedo. com alteraçoes
terça-feira, 14 de julho de 2009
Terno de Congada de Goânia
Terno de Congo Verde e Preto. Cap.: Ozório, André e José Mario
Terno Catupé Marinheiro- Pedro Cassimiro. Cap.: Thiago e Lucinho
Terno de Congo Vinho e Branco. Cap.: Carlinho e Luiz Carlos
Terno de Moçambique - Mancha. Cap.: Lázaro, Pierre e José
Outros Ternos de Goiânia:
Terno Verde e Amarelo Cap.: José Ribeiro e Leandro
Terno Moçambique São Benedito Cap.: Bibica
Terno Rosa e Branco Cap.: Sandro
Terno de Congo 13 de Maio Cap.: Jair
Cap. Thiago e Lucinho
Terno Moçambique-ManchaCap. Lazaro e Pierre
Terno de Congo Verde e Preto Cap. Ozorio Alves, Andre e José Mario
Terno de Congo Vinho e BrancoCap. Carlinhos e Luiz Carlos
segunda-feira, 15 de junho de 2009
A CONGADA
O congado é uma festa popular e religiosa na qual, por meio de uma memória coletiva,
o negro mantém viva a expressão de seus costumes, crenças e valores histórico-culturais. Tal
como o antigo reino do Congo, os grupos de congada como guardas, reis, rainhas e outros
personagens são instituições organizadas e estruturadas com hierarquias e normas que são
respeitadas e observadas pelos seus componentes. A Irmandade de Nossa Senhora do Rosário,
uma instituição à qual pertencem os grupos que realizam essa festa. Todo o ritual dessa celebração encena aspectos de construção e
constituição da identidade de um povo que tem, na memória, a sua história, sua origem; na
dança e no canto, o seu lazer, costumes e crenças; na linguagem, a representação simbólica e
híbrida da constituição de um povo, de uma cultura.
o negro mantém viva a expressão de seus costumes, crenças e valores histórico-culturais. Tal
como o antigo reino do Congo, os grupos de congada como guardas, reis, rainhas e outros
personagens são instituições organizadas e estruturadas com hierarquias e normas que são
respeitadas e observadas pelos seus componentes. A Irmandade de Nossa Senhora do Rosário,
uma instituição à qual pertencem os grupos que realizam essa festa. Todo o ritual dessa celebração encena aspectos de construção e
constituição da identidade de um povo que tem, na memória, a sua história, sua origem; na
dança e no canto, o seu lazer, costumes e crenças; na linguagem, a representação simbólica e
híbrida da constituição de um povo, de uma cultura.
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